Eduardo
O celular vibrou na mesa de cabeceira ainda antes do sol nascer. Eduardo atendeu sem checar quem era. Reconheceu a voz do avô no mesmo instante - carregada de fúria.
- Que vergonha seu moleque? - O velho bradou.
- É o que? Vovô? - Eduardo se sentia como uma criança que acabou de fazer uma travessura. - O senhor tá falando do que?
- Idiota, tem um vídeo seu circulando, brigando em um bar! - Eduardo não podia ver o rosto do avô, mas sabia que as veias do pescoço dele deveriam está saltand