Maria Julia Rodrigues
Antes de dormir, recebi uma mensagem no meu novo celular. Meu coração deu um salto, logicamente, sabia que era Ruggero — afinal, seu número era o único que constava na minha lista de contatos. A mensagem era curta, direta, como tudo que vinha dele:
"Durma no nosso quarto, topolina. Quero você só pra mim hoje."
Maldito. Como se eu fosse um objeto que ele pudesse requisitar quando bem entendesse. Tentei engolir o orgulho, mas ele subiu pela minha garganta como fel. Mesmo ass