Ruggero D'Angelo
Acordei quase sete horas depois, totalmente zonzo, com a cabeça latejando. O mundo girava ao meu redor, e uma lembrança fugaz quase se apagava em minha mente: o corpo delicado de Maju sobre mim, as palavras dela sussurradas em meu ouvido.
"Desculpa, Ruggero."
Uma vez. Duas vezes.
Não. Não podia ser.
Olhei para o lado da cama. Vazio. Maju não estava.
— TOPOLINA! — gritei, a voz rouca e desesperada.
Silêncio.
Levantei tropeçando, odiando minha própria fraqueza. A maldita topolina