Deslizei o acordo de divórcio pela mesa até Arthur, mantendo o tom suave, porém firme:
— Chega, Arthur. Quero o divórcio.
Seu maxilar tensionou enquanto um sorriso ácido lhe deformava os lábios.
— Você está falando sério, Bruna?
Mantive o olhar fixo no dele, imóvel.
— Como a aurora depois da noite.
Ele agarrou a caneta com ar desdenhoso, como se estivesse anotando uma lista de compras.
— Ótimo! Só não apareça depois chorando no meu portão, hein? Já passou da idade para pantomimas.
Deixei esca