BÔNUS - DÁRIO GARCIA
Quando Dulce perdeu a consciência nos meus braços, senti um pânico que jamais havia experimentado antes.
Foi como se alguém tivesse apertado minha garganta.
Como se o ar tivesse desaparecido dos meus pulmões.
— Dulce!
Balancei-a levemente.
— Dulce, olha para mim.
Nada.
Os olhos dela permaneceram fechados.
O corpo mole.
Inerte.
Meu coração disparou.
— Precisamos sair daqui agora! — gritei para a equipe que estava comigo.
Por sorte, os homens conheciam uma trilha