DAMIÃO GUERRA
No instante em que a porta daquele apartamento se abriu e eu vi Dário Garcia diante de mim, toda a pouca racionalidade que ainda restava dentro da minha cabeça foi para o inferno.
Meu pé atingiu seu peito com força.
O impacto o lançou para trás. Ele bateu contra o chão e soltou o ar de uma vez.
Mas para mim não foi suficiente.
Não chegou nem perto.
Porque enquanto eu atravessava aquela porta, a única coisa que conseguia pensar era:
Onde estava Dulce?
— CADÊ ELA?!
Minha voz explodi