AIYANA
Fiquei apenas olhando para ele, os olhos fixos nos dele.
E ele... não desviou o olhar.
Os olhos corriam do meu rosto para o meu peito, para a minha barriga, e depois travavam nos meus quadris. Nenhuma palavra saiu. Nenhum movimento. Nada. Era como se ele tivesse esquecido como funcionava o próprio corpo.
— Aiyana... — ele sussurrou, paralisado, os olhos arregalados e as mãos levantadas como se não soubesse se devia cobrir os olhos ou pedir desculpa. — Merda — ele murmurou, finalmente, li