AIYANA
O quarto era pequeno, com paredes revestidas de madeira escura e o teto tão baixo que me senti enclausurada. Um único abajur emitia uma luz âmbar, criando sombras nas rachaduras da parede. Larguei minha mochila ao pé da cama e suspirei, esfregando o rosto com as mãos ainda sujas de terra e sangue seco.
Isabela entrou alguns segundos depois, batendo a porta com menos força do que eu esperava. Não disse nada. Apenas se encostou na parede oposta, os braços cruzados sobre o peito, uma barreir