Luna, encurralada pela culpa e pela vergonha, e medo baixou o olhar, recusando-se a revelar a identidade de Eron. A recusa dela em falar apenas aumentou a frustração e a raiva de Mateo, que, tomado pelas emoções, perdeu o controle.
— Não posso, me perdoa pai, eu não posso. — suas palavras saíram baixa quase que como um suspiro seguido de um choro de culpa.
— Como não vai me contar quem foi o desgraçado que fez isso com você?— ele falou segurando firme os braços da ex atendente. —Não me diga que