Diante da portaria, o segurança o fitou com desconfiança. Bastou um olhar gelado de Eron, e o homem desviou os olhos, permitindo sua entrada sem questionar. O poder não estava apenas no sobrenome Garossy — estava nele, em sua presença, em seu sangue.
Subiu os degraus do prédio com passos longos, quase impacientes. O corredor parecia interminável até a porta que guardava o que mais desejava. Ali, do outro lado, estava Luna. E seu filho.
Respirou fundo. A mão parou diante da madeira escura da por