Eron deixou seu escritório decidido. Precisava vê-la novamente. Precisava olhar nos olhos de Luna — e, principalmente, nos olhos de seu filho. Era seu direito, afinal. O herdeiro do seu nome, do seu império. O menino que carregava seu sangue.
Ao chegar em frente ao prédio onde Luna estava hospedada, Eron estacionou o carro e desceu. Estava prestes a seguir em direção à entrada quando algo chamou sua atenção: um outro carro parava do lado oposto da rua. Dele saiu um homem de postura tranquila e o