O segundo dia da Festa das Raízes começou com o dobro de batuque e o triplo de gente. A notícia da festança tinha corrido solta. Vieram mães de favelas vizinhas, crianças animadas, gente curiosa e até uns repórteres tentando cobrir o “evento comunitário idealizado por uma liderança local”.
Mas ninguém ali chamava a Isis de liderança. No morro, ela era a Dona. E ponto.
O som subia alto, o povo se balançava no pagodinho, a criançada corria com os rostos pintados, e as barracas de comida davam c