O som do tambor ecoava pelo morro desde cedo.
Na ONG Raízes do Morro, o clima era de correria boa: criançada colando bandeirinhas feitas de papel de caderno, mães arrumando as barracas de comida com pano de prato no ombro e colher de pau na mão, e os meninos do corre — com todo respeito à Tia Isis — colando só pelo pagodinho e pelo rango.
Era o primeiro dia da Festa das Raízes, ideia dela com o tal do professor Theo. Ele, mesmo sem entender nada de tradição de favela, colou geral. Montou a ba