A arquibancada da ONG parecia um caldeirão prestes a explodir. Tambores batiam sem parar, bandeiras tremulavam, e o grito das torcidas cortava o ar como flechas. Era o dia da final da Copa da Comunidade. E o morro respirava expectativa.
Theo observava tudo do alto da escadaria, com o caderno nas mãos. Cada detalhe, cada rosto suado de emoção, cada lágrima de orgulho – tudo virava palavra. Ao lado dele, Isis passava as instruções finais no microfone.
— Hoje não é só final de campeonato. É fi