A noite ainda estava acesa no alto do morro. O ringue vazio parecia sagrado depois da energia das lutas. As bandeirinhas tremulavam, e o som da comunidade ecoava por todos os cantos: batuques, gritos de torcida, passos apressados, risadas. Era noite de festa.
No canteiro em frente à ONG, as luzes continuavam fortes. Crianças corriam com camisetas improvisadas dos complexos. Os semifinalistas eram celebrados como heróis. Mook passava no meio do povo com o nariz empinado, fingindo simpatia. Pav