O refeitório do Toronto General Hospital às treze horas era um campo de batalha democrático. Médicos de plantão dividiam mesas com enfermeiros exaustos, residentes sonolentos e o ocasional familiar perdido que havia entrado pela porta errada. O cheiro de café requentado e sopa de legumes pairava sobre tudo como uma névoa honesta.
Ana Clara ocupava uma mesa no canto, com uma bandeja de comida que ela mal havia tocado. O laptop aberto à sua frente exibia uma planilha da Fundação Magnólia projeçõe