Na sala da presidência, o ar era denso o suficiente para ser cortado com uma lâmina. O Sr. Sousa permanecia de pé, a face ruborizada pela fúria, enquanto Giorgio mantinha uma calma que beirava o sobrenatural. Ele sabia que um passo em falso ali não custaria apenas o seu cargo, mas o futuro da Galeria de Ísis.
— Sr. Sousa, por favor, sente-se — Giorgio começou, a voz modulada em um tom de respeito profundo que ele usava apenas em negociações extremas. — Entendo perfeitamente o seu desapontamento