Mundo de ficçãoIniciar sessãoO cemitério estava cheio. Lin era muito conhecida e querida por todos.
Vizinhos, amigos, familiares, professores — todos estavam lá.A banda em que ela tocava prestou uma homenagem, tocando a música que ela mais gostava.Julia deu alguns passos à frente, parando ao lado do caixão. Os olhos inchados, o rosto marcado pela dor. Não havia microfone, apenas silêncio. Um daqueles silêncios que gritam.Ela respirou fundo, tentando conter o tremor da voz.— Eu nunca






