O carro virou a rua, passou pelo parque; os mesmos velhinhos sentados jogando xadrez ou lendo jornal, cachorros passeando, correndo e brincando com seus donos, gritos e risos de crianças por toda parte. Julia sorriu, sentia paz. O carro estacionou e Pérola estava em frente à casa esperando por eles. Os olhos de Julia brilharam ao ver sua velha amiga, e ela desceu do carro que mal havia parado.
— Que saudade — disse Pérola, dando pulinhos.
— Pérola!
Se envolveram em um abraço apertado.
— Não acr