Julia acordou e viu que estava desamarrada, os pulsos doloridos e marcados pela corda que Matthew havia apertado com tanta força. Sentou-se na cama e olhou ao redor. Estava sozinha no quarto. Levantou-se e foi até o espelho. Os olhos carregavam olheiras, a feição estava cansada, o pescoço trazia marcas leves. Voltou a encarar o pulso. Queria chorar, mas não havia mais lágrimas para derramar.
— Não tem nada que eu possa fazer — murmurou, abatida.
O vazio tomou conta. Pérola estava morta. Sua fam