A porta se abriu e o contorno de um homem surgiu na escuridão. Julia sabia quem era. Começou a puxar o braço, que ficava ainda mais dolorido a cada movimento. Ignorou a dor — a única coisa que queria era se soltar e fugir dali o mais depressa possível.
A luz acendeu, fazendo seus olhos doerem. Aos poucos, ela os abriu novamente. Lá estava Matthew de pé, a face tomada de ódio — pior do que no estacionamento. O pavor sufocante a envolveu. Julia gritou ao vê-lo se aproximar.
Ele puxou o lençol e o