Eu caminhava em direção ao meu quarto, a mente inquieta, só pensando em tomar a pílula do dia seguinte, quando Federik me apareceu de repente e segurou meu pulso. Me virei assustada, já esperava que ele tivesse ido direto para o quarto dele.
“Lindinha, estava te esperando” disse.
Droga. Aquele apelido já estava começando a me irritar.
“Sério? Pra quê? Eu só ia pro meu quarto.” respondi.
Ele me encarou com um olhar que misturava inocência, doçura e uma pitada de malícia, antes de soltar, direto: