Ele ergueu o olhar para ela, como se não esperasse ser abordado diretamente.
— Me dê a sua mão. — pediu.
Hesitante, ele estendeu a mão. A cigana a segurou com firmeza, como quem lê mais do que apenas a pele e as linhas da palma.
— Aqui… eu vejo que você não realizou o que queria. Você não casou por amor. Carrega amarguras, decepções… Você fez tudo como diziam que deveria ser feito, mas nunca foi feliz.
Os olhos dele se estreitaram, incomodados, mas ele