Mundo ficciónIniciar sesión"Ela precisava salvar sua família. Ele ofereceu a solução, mas a que preço?" Louren Smith está afundada em dívidas, lutando para cuidar de sua mãe doente e manter as despesas da casa. Como se isso não bastasse, a irresponsabilidade de seu irmão viciado em jogos trouxe uma ameaça ainda maior: uma dívida colossal com perigosas consequências. Sem opções à vista, Louren se vê encurralada entre perder tudo ou aceitar uma proposta que pode mudar sua vida para sempre. Carlos Eduardo, um CEO poderoso e impiedoso, a tem perseguido desde que a viu trabalhando na boate frequentada pela elite paulistana. Agora, ele apresenta uma oferta indecente: dinheiro suficiente para resolver todos os seus problemas, em troca de um contrato sexual. Dividida entre o desespero e a moral, Louren hesita, mas sabe que ele pode ser sua única saída. No entanto, a linha entre sacrifício e desejo começa a se confundir, e Louren descobre que há mais por trás da proposta de Carlos Eduardo do que aparenta. "Entre dívidas, sacrifícios e segredos, o que começou como um acordo proibido pode se transformar no amor mais inesperado de todos."
Leer másEl sol brillaba con intensidad, reflejándose en los rascacielos que se alzaban imponentes, como testigos mudos del ajetreo diario de la ciudad. Simón manejaba con destreza, pero su mente vagaba entre pensamientos y recuerdos. El paisaje urbano se deslizaba a su alrededor, pero su atención estaba centrada en la carretera y en los acontecimientos pasados que habían sacudido su vida, sabia con certeza que seguramente en su despacho encontraria hoy la propuesta para la campaña de la dolorosa navidad. Las luces del tablero del coche parpadeaban, interrumpiendo sus pensamientos, anunciando la llegada de una llamada entrante.
Con un suspiro, ajustó su postura en el asiento y pulsó el botón para responder, sin anticipar la inesperada alegría que encontraría al otro lado de la línea.- ¿Alo? La voz de Laura irrumpió en el silencio del coche, y Simón, que había estado perdido en sus pensamientos, sonrió al reconocerla- ¡Te ví!, Te vi! ¡En el matinal! ¡Eres un imán para las cámaras, ¡pero que hermosura!.Simón sonreía mientras escuchaba a su hermana por altavoz.- ¿Cómo están todos por allá?- ¿por acá?, todo igual, ya están casi terminadas las cabañas, creo que en enero será su inauguración ¿y tu? ¿vendrás en Navidad este año?.Simón nunca celebra Navidad, al escuchar la mención de la Navidad, sintió un nudo en el estómago. "Lo pensaré", respondió con cautela, pensando en las sombras que aún oscurecían esos días festivos. en una de ellas perdió a sus padres, la tía que los terminó de criar siempre reunía a los hermanos en las festividades pero ahora que ella no estaba, para Simón ya no tenía sentido.- mmmm, creo que trataré de asistir, sino tengo trabajo que hacer.-¿es verdad?, trabajo es lo que más tendrás después de la entrevista de hoy, ¡has quedado como el soltero más codiciado del país!¡Eres trending topic!Pero recuerda "no te pierdas en tu propio juego"Simón soltó una carcajada, su hermana estaba muy euforica para su gusto.- por favor Laura, solo tu vez mi belleza, a demás no tengo tiempo para nada ni nadie- si tu lo dices, ¡oye! no cambies el tema, de verdad has el esfuerzo por favor.- bueno, trataré. Ya llegué a la oficina, te amo, hablamos luego.- Te amo, que tengas lindo día.- igual, hasta pronto.El coche se detuvo con un ligero chirrido, Simón apagó el motor y el sonido ensordecedor del silencio urbano se apoderó del ambiente, solo interrumpido por el ligero murmullo de la ciudad que nunca duerme.Al descender del vehículo, su expresión cambió radicalmente, con un semblante serio y sereno, lo que le venía muy bien a sus finas facciones. Tomó sus cigarrillos de la guantera y un mechón rebelde de cabello dorado se deslizó por su mejilla, lo acomodó sutilmente tras su oreja y comenzó a caminar con la mano izquierda en el bolsillo, en el ascensor marcó el piso seis, cuando bajó vio que nadie había llegado. Con paso decidido, se encaminó hacia su despacho, aunque su atención quedó momentáneamente cautiva por la majestuosa sala de juntas. Este espacio no solo representaba poder y autoridad, sino que también guardaba los ecos de decisiones que habían definido el destino de la compañía en estos diez años que lo habián visto crecer junto a ella. Situada en el corazón del sexto piso, la sala dominaba el entorno con su presencia. Antes de sumergirse en ella, la oficina de Sandra, su fiel secretaria, se destacaba justo a la entrada de los ascensores.༺ Louren Smith ༻Cinco anos se passaram desde aquele primeiro aniversário do Jean Carlos. Agora, sentada em frente ao notebook, reviso os números e cálculos da empresa enquanto uma sensação de realização e serenidade me envolve.A vida ao lado de Carlos Eduardo tem sido uma montanha-russa de emoções, mas, no final das contas, estamos sempre juntos, superando qualquer obstáculo que apareça em nosso caminho.Olho para a cena diante de mim: Carlos Eduardo, com um avental mais sujo do que qualquer outro que eu tenha visto, tentando dar uma papinha de fruta para nossa pequena Marjorie. A cena é tão hilária quanto adorável.— Vem cá, querida, só mais uma colherada! — ele insiste, com um sorriso determinado, segurando a colher cheia de papinha.Marjorie, com seus dois anos de idade e uma expressão que mistura curiosidade e teimosia, balança a cabeça e faz caretas. Carlos Eduardo, com toda a paciência do mundo, tenta novamente.— Olha só, é uma colherinha gostosa. Vai, amor, não seja teimosa!
༺ Louren Smith༻Meses haviam se passado desde aquele dia angustiante no tribunal. Agora, estamos celebrando o primeiro aniversário do nosso filho, e a felicidade era palpável. A casa estava decorada com balões e bandeirinhas, e todos ao nosso redor compartilhavam da mesma alegria que eu sentia.Carlos Eduardo estava ao meu lado, com um sorriso genuíno no rosto, observando nosso filho com um brilho de orgulho nos olhos. Estava tentando, com muito carinho, ensinar o pequeno a apagar as velinhas do bolo. Era um momento especial, e eu queria que ele fosse perfeito.— Vamos lá, amor, você consegue — eu dizia, incentivando o bebê, enquanto ajudava a soprar as velinhas.Aos poucos, o pequeno começou a entender o que deveria fazer. Todos ao nosso redor estavam animados, batendo palmas e incentivando, o que parecia animar ainda mais o nosso filho.— Olha só, ele está tentando! — exclamou dona Caroline, com um sorriso entusiasmado.Carlos Eduardo se aproximou, aplaudindo junto e rindo com a sit
༺ Bianca Madson༻Estava sentada na sala de espera, sentindo a frustração e a raiva borbulharem dentro de mim. O veredito havia sido uma sentença de 60 anos sem possibilidade de liberdade condicional. Praticamente toda a minha vida jogada fora. Lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto eu tentava processar a realidade de que eu estaria presa pelo resto dos meus dias.Meu advogado, Ulisses Ferreira, se aproximou com uma expressão abatida.— Sinto muito, Bianca. Eu realmente não esperava que acabasse dessa forma.Furiosa, me virei para ele respondendo.— Meu pai gastou tanto dinheiro em você e você não conseguiu me livrar da cadeia! Que tipo de advogado é você?Ele respirou fundo, tentando manter a calma.— Fiz o melhor que pude, Bianca. Mas o problema é que havia muitas provas contra você. No entanto, eu recorrerei da decisão.Balancei a cabeça, descrente.— Não tem como recorrer da decisão. A sentença já foi dada sem direito a recesso. Como você resolverá isso?Ele respondeu com firme
༺ Carlos Eduardo༻O dia do julgamento havia chegado. Enquanto terminava de me arrumar, percebi que Louren estava meio tensa ao meu lado. Me aproximei, colocando uma mão reconfortante no ombro dela.— Vai ficar tudo bem, amor. Finalmente, aquela víbora pagará pelo que fez.Louren concordou, mas a tensão em seu rosto não diminuiu.— Eu sei, mas se eu pudesse, não queria ver a cara dessa mulher de novo. — Ela suspirou, e seu olhar estava perdido.— Entendo, mas será a última vez. Agora ela será condenada. Não tem como se safar, Louren. Ela está respondendo por vários processos. — apertei suavemente seu ombro, tentando transmitir confiança.— Quem sabe, assim, passando anos na prisão, ela aprende a ser uma pessoa melhor e larga aquele ego egocêntrico que possui — respondeu Louren, tentando se convencer disso.— É verdade — concordei. — Agora, é melhor irmos.Saímos de casa, a tensão ainda palpável no ar. Dirigi em silêncio até o tribunal, cada quilômetro parecia mais longo que o anterior.
༺ Louren Smith ༻ Observava a mãe de Carlos Eduardo admirando nosso bebê. Já sabia que há algum tempo ela estava querendo conhecer a criança, mas Carlos Eduardo estava evitando isso. A emoção no rosto dela era evidente, e ela parecia encantada com o pequeno Jean Carlos. — Ele parece muito com Carlos Eduardo quando era bebê — disse ela, com um sorriso meio sem graça. — Até mesmo nos cabelos loiros. Apenas concordei com a cabeça, sem dizer nada. Ainda era uma situação estranha estar ali com a mãe dele, especialmente depois de tudo que ela havia feito. Não era fácil esquecer as humilhações e os conflitos do passado. Ela continuou olhando para o meu filho, acariciando suavemente sua pequena mão. — Sei que cometi muitos erros — disse ela, com a voz um pouco trêmula. — Mas espero que possamos começar de novo. Eu realmente quero fazer parte da vida de vocês. Respirei fundo, tentando encontrar as palavras certas. Não queria ser rude, mas também não podia simplesmente esquecer tudo que aco
༺ Carlos Eduardo ༻ Dois meses se passaram desde que tudo mudou em nossas vidas. O tempo parecia voar e, ao mesmo tempo, arrastar-se lentamente. Estava em meu escritório, discutindo os últimos números com Afonso, meu sócio. — Carlos, esses resultados da Madson Cosméticos foram impressionantes — Afonso comentou, visivelmente satisfeito. — Não esperávamos um retorno tão bom depois do que o André fez. As vendas dispararam, e as ações subiram como nunca. Assenti, refletindo sobre o que ele havia dito. A Madson estava realmente se destacando, e o prejuízo que André deixou parecia estar se dissipando gradualmente. — É bom ver que pelo menos temos um novo negócio indo muito bem — respondi. — Pelo menos alguma coisa está funcionando como deveria. Afonso se inclinou na cadeira, olhando para mim com uma expressão de curiosidade e preocupação. — Mas, Carlos, a polícia ainda não conseguiu localizar o André. Você sabe de alguma coisa nova? Balancei a cabeça negativamente. A frustração era evi
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