Acordo com um peso leve pulando em cima de mim.
E uma risada fina, empolgada demais para ser real.
— Isa! Isa! Acordaaa!
Abro um olho. Depois o outro.
Aurora está em pé na cama, de pijaminha, cabelo todo bagunçado, pulando como se o colchão fosse um trampolim.
— Aurora… — minha voz sai rouca, rindo sem querer. — Ainda é cedo.
— Não é cedo! — ela corrige, muito séria. — É dia importante.
Ela pula mais uma vez e se joga sentada ao meu lado, os olhos brilhando.
— O tio Lucas tem algo pra nós!
— Al