Mundo ficciónIniciar sesiónALBERTO
A casa range. Sempre rangeu. Mas hoje, o som é diferente. Não é o lamento da madeira velha. É o gemido da minha própria alma, presa nestas paredes há uma década. O gosto de uísque na minha boca é vômito. O vazio no meu peito é oco, uma cova que eu mesmo cavei.
As palavras da Elisa ecoam. Não como um grito, mas como uma senten&cce







