Capítulo 48: O Despertar do Fantasma

ALBERTO

A casa range. Sempre rangeu. Mas hoje, o som é diferente. Não é o lamento da madeira velha. É o gemido da minha própria alma, presa nestas paredes há uma década. O gosto de uísque na minha boca é vômito. O vazio no meu peito é oco, uma cova que eu mesmo cavei.

As palavras da Elisa ecoam. Não como um grito, mas como uma senten&cce

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