Mundo de ficçãoIniciar sessãoELISA
Rafael nunca foi de guardar rancor. Ele dizia que rancor era como carregar uma mala cheia de pedras: pesava mais para quem carregava do que para quem tinha jogado. Depois da ruína final de Vargas — a falência pessoal, a venda forçada das ações restantes, o desaparecimento do radar —, eu esperava que ele fechasse aquele capítulo com alívio. Que respirasse







