Mundo de ficçãoIniciar sessãoELISA
Isabel sempre acreditou que a tinta podia falar o que a boca ainda não conseguia. Depois de superar as risadas cruéis na escola, depois de ganhar o primeiro lugar na exposição, depois de pintar o retrato da família que agora era o coração visual da nossa casa, ela decidiu que não queria guardar sua arte só para si. Queria espalhar. Queria que outras pessoas — as que







