No segundo dia da viagem, as coisas até correram bem.
Joana reclamou no café:
— Dois dias é muito — decretou, com a boca cheia de pão.
— Oito alarmes de elevador — corrigi. — Mas a gente já passou da metade.
— Você fala como professora — ela me acusou.
— Foi um elogio?
— Não sei.
Rimos.
A rotina seguiu: escola, lanche, desenho, tarefa, banho. À noite, ela pediu pra fazer videochamada com o pai.
Ana organizou. Na tela grande da sala, Matteo apareceu em um quarto de hotel que parecia quase genéri