Matteo voltou na noite seguinte, como prometido.
Joana montou guarda na frente do elevador de casa, Clementina debaixo do braço, Pudim sentado ao lado.
— Você não pode ficar aí — avisei. — E se alguém tropeça?
— Só vai sair ele — respondeu, convicta. — Eu sei o barulho.
Não discuti. Em menos de cinco minutos, o elevador tocou um som diferente, mais grave, e ela se ajeitou, em posição de ataque carinhoso. Quando a porta abriu, ela pulou no pai com tanta força que eu imaginei por um segundo que o