Era o primeiro dia de Isabela na Lotus, e eu estava mais nervoso que ela. Não que eu duvidasse que ela iria se dar bem (pelo contrário, sabia que ela iria tirar de letra), mas não confiava que as pessoas — e, quando digo pessoas, me refiro aos acionistas da empresa — fossem valorizá-la como merecia.
Em breve, teríamos uma reunião com os principais acionistas, onde eu a apresentaria como a nova responsável pelo setor de design.
Roberta apareceu na minha porta com a mesma expressão de assustada d