Tá tudo bem, respira, Bela. Tudo, nesta situação, faz parecer que eu tô entrando no covil de um psicopata. Um cara podre de rico, poderoso, frio, meticuloso, lindo, que do nada decide que eu devo ser a babá do filho dele. Sendo que nunca me viu na vida! Super normal, nada de estranho mesmo. Não preciso me preocupar.O fato de, quando mencionei isso, ele ter respondido que quem deveria se preocupar era eu, também não era motivo nenhum de alarme.Não queria dizer que ele ou o filho eram psicopatas, muito menos que eu era a isca para um deles se divertir com instintos assassinos e depois me descartar numa vala qualquer.Eu poderia citar uns dez filmes de terror em que a protagonista se meteu em situações bem menos perigosas e, ainda assim, acabou morta.Meus pensamentos foram interrompidos quando o carro dele parou e… uau. Uau. Que casa enorme. Uma mansão daquelas que a gente só vê na televisão.De repente, toda a concentração que eu vinha fazendo pra acreditar que não era tão esquisit
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