Quase não me reconheci. Estava sem meus óculos, então tive que forçar a vista para entender que aquela era eu.
Eu estava bonita.
Não bonita, bonita, como as pessoas que realmente nasceram belas, mas definitivamente Gabi era talentosa. Tinha conseguido domar o meu cabelo, que agora estava caindo graciosamente sobre meus ombros, com ondas leves de babyliss e um brilho que jamais pensei que tivesse.
A maquiadora tinha conseguido cobrir os poros da minha pele e as marcas de espinha que tinham de