Parte I — SANTIAGO GALARZA
O escritório no alto do edifício empresarial, que servia de fachada para a logística dos Los Sombras, estava mergulhado em uma penumbra densa. O único som era o clique metálico do meu isqueiro de ouro, abrindo e fechando, um ritmo que acompanhava a batida acelerada da minha sêde de retaliação. Diante de mim, os monitores exibiam as coordenadas enviadas por uma fonte "anônima" — o rastro de uma carga que, por direito e força, deveria estar sob meu controle.
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