Parte I — ABEL ARRUDA
O tabuleiro de Paulo Arruda é viciado, mas ele esquece que sou eu quem programa as máquinas. Enquanto meu pai se sente o mestre supremo no escritório e Beatriz destila seu veneno barato pelos corredores, eu precisei fabricar uma saída de emergência para Valentina. O Paulo quer um alvo? Eu vou dar um alvo a ele. Mas não será a "babá".
Passei a madrugada em claro, mergulhado na deep web, forjando rastros digitais e "vazando" informações em canais frequentados pelos informa