Isadora Galarza
Heitor me puxava com uma força desnecessária em direção ao quarto de segurança máxima.
Eu olhava em todas as direções, meus sentidos aguçados, tentando entender o caos que rugia lá fora.
Eles pareciam esquecer quem era Isadora Galarza; eu não sou uma boneca de porcelana quebrada.
— Heitor, me dá uma arma agora! Eu não vou ficar trancada naquele quarto com essa confusão.
— Você está ferida, Isadora! Precisa se poupar e não abrir esses pontos — ele rosnou, sem parar.
Consigo