Matteo Mancini
A guerra não começa com tiros.
Começa com decisões.
Entro na sala de comando enquanto as telas se acendem uma a uma. Mapas de Nápoles se sobrepõem. Pontos vermelhos surgem como feridas abertas: porto, duas vias de acesso ao centro, um terceiro grupo ao norte.
Clássico.
— Eles querem espalhar — digo, calmo. — Testar onde sangramos primeiro.
— Russos, Don. E aliados locais — informa um dos homens. — Armamento pesado.
— Ótimo — respondo. — Assim não preciso explicar nada depois.
Peg