O relógio marcava quase meia-noite quando Nicolas e Mark finalmente retornaram à sede do FBI, após horas de reuniões e discussões táticas. A sala de operações estava mergulhada em uma luz azul, quase fantasmagórica, enquanto telas piscavam incessantemente com dados de rastreamento, registros de portos e nomes codificados que pareciam dançar diante dos olhos. O som dos teclados e dos rádios ecoava numa linha tênue entre a urgência e o medo, criando uma atmosfera eletricamente carrega