A coberto por uma espessa camada de neve, parecia uma obra de arte em um mundo congelado, onde o tempo se arrastava lentamente sob um manto branco. As ruas de Zurique eram silenciosas, quase etéreas, como se o frio intenso tivesse congelado não só o ar, mas também os sons da cidade.
As luzes dos edifícios altos cintilavam como estrelas perdidas, refletindo-se nos vidros polidos, enquanto o som distante dos carros se misturava ao vento sussurrante, abafado pela tensão que permea