HELENA
O champanhe ainda borbulhava na minha taça. Eu sentia o peso leve da aliança de ouro no meu anelar, um símbolo que brilhava sob as luzes da recepção. Gabriel tinha me beijado a testa, sussurrado que "esquecera o celular com as fotos da nossa primeira viagem no apartamento do irmão" e prometido voltar em vinte minutos para a nossa primeira dança.
Eu ri, chamei-o de esquecido e o vi caminhar até o carro. Ele estava tão lindo naquele terno azul.
A festa estava no auge. Maya ria no colo de L