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Ela abriu os olhos no momento em que Arthur passou pela porta.
— E então? — a voz dela era gélida, pairando entre a cobrança e a necessidade de saber.
Arthur parou diante dela, a expressão exausta. A fúria do galpão dera lugar a um cansaço profundo.
— O Coronel apareceu. Fizemos um acordo. Rafael está exilado da cidade.
Amanda se levantou de um salto, indignada.
— Você deixou aquele lixo sair vivo?! Depois do que ele fez com a Helena? Depois de quase matar o teu filho?!
— Pensa, mãe! — Arthur