POV Isadora Ferraz
A tampa do teste tremia na minha mão como se carregasse todo o peso do meu passado, do meu presente e de todos os futuros que eu ainda nem tinha coragem de imaginar. O relógio marcava cada segundo como se fosse um tiro.
Um minuto. Dois. Três.
Fechei os olhos. Queria abrir a porta, jogar o teste fora, abraçar Olívia e dizer que tudo não passava de uma paranoia. Mas não consegui. Abri devagar. O mundo parou.
Duas linhas. Duas. A respiração faltou. As pernas cederam. Apoiei na p