POV Isadora
As portas do hospital se fecharam atrás de mim, e pela primeira vez desde o parto, senti que podia respirar sem ser observada. Não havia flashes, não havia vozes tentando roubar nosso momento. Só eu, Dante, e aquele pequeno ser enrolado nos braços dele, dormindo como se o mundo não tivesse pressa.
Nossa filha.
Era estranho dizer isso em voz alta, minha filha. Depois de tudo o que eu vivi, as dores, os anos de luta para encontrar minha própria identidade longe dos Montenegro, agora e