Hugo FurquimO gosto dela não é doce, muito pelo contrário, tudo nela exala perigo.Seus beijos têm um gosto metálico, quase como sangue misturado com vodca, como se cada beijo fosse um aviso que meu corpo simplesmente estava decidido ignorar. Porque, no momento em que sua boca começa a se mover com a minha, tudo ao nosso redor desaparece, principalmente o homem que adora controle que vive em mim.Minhas mãos deslizam por sua pele branca como a neve que cai em seu país. Meus dedos apertam em lugares como se conhecesse os seus lugares mais sensíveis, mesmo que essa seja a primeira vez que a toco dessa forma, ainda posso sentir que há muitas coisas invisíveis entre mim e ela.Posso tocar em sua pele, beijar seus seios, sentir os arrepios que minhas mãos causam ao tocar em seu corpo. Mas ainda assim, sinto como se uma pequena parte dela estivesse totalmente desligada.Talvez seja o aviso que ela me deu: “Isso vai dar errado…”Não quero acreditar que ela esteja certa, tenho certeza de que
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