Assim que saímos, o marido de Juliana estava esperando do lado de fora. Ele me ofereceu carona, e eu aceitei na hora, agradecida por não precisar gastar com Uber nem esperar ônibus por horas.Cheguei na casa dos meus pais e, antes mesmo de entrar, ouvi as risadas.Sorri automaticamente.Meu pequeno príncipe devia estar contando alguma história, ele sempre fazia isso.Meus pais adoravam cada segundo com ele.Quando descobriram minha gravidez, foram os primeiros a me apoiar. Mesmo sabendo que tudo tinha acontecido de forma impulsiva, eles nunca me julgaram.E era por isso que eu queria crescer na vida. Por eles. Pelo meu filho.— Oi, filha! Seu semblante está abatido — meu pai comentou assim que entrei.— Dia de inventário é assim mesmo — respondi.Ele assentiu, compreensivo. Ele sabia bem como era, depois de tantos anos trabalhando em loja.— Vem, mãe, senta aqui! — Enzo disse, pegando a sacola da minha mão.— O que é isso? — perguntou curioso.— Coisa boa — respondi, sorrindo. — Mas l
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