— Amiga, o que houve? — Juliana perguntou assim que viu minha cara.
— Meu filho está passando mal. Amiga, consegue me cobrir?
— Claro que sim! Você me cobre tantas vezes, vai lá ver o seu filhote. Eu dou conta de tudo e, se a Priscila aparecer novamente, o que duvido muito dou um jeito.
Peguei minha bolsa e fui para a escola. Quando cheguei lá, meu filho estava deitado no sofá da direção com a mão na barriga.
— Filho, onde está doendo?
Apalpei sua barriguinha até ele reclamar. Agradeci à direçã