Ponto de vista do narrador — Natália... — sussurrou ele, a voz tremendo levemente, como se as palavras fossem sagradas. — Eu te amo. De verdade. Desde o primeiro dia que te vi.Ela sentiu as lágrimas pinicarem os olhos, não de medo, mas de uma felicidade avassaladora. Puxou-o para baixo, beijando-o com uma urgência que espelhava a dele. As mãos de Carlos Eduardo deslizaram pela lateral do corpo dela, levantando a blusa devagar, como quem desembrulha um presente precioso. Cada centímetro de pele revelada era seguido de um beijo suave — na barriga, nas costelas, no vale entre os seios.— Você é perfeita — murmurou ele contra a pele dela, desabotoando o sutiã com dedos cuidadosos. Quando os seios ficaram livres, ele parou por um instante, apenas olhando, admirando, antes de inclinar-se e beijá-los com reverência, a língua traçando círculos lentos ao redor dos mamilos endurecidos.Natália arqueou as costas, um gemido baixo escapando dos lábios. As mãos dela subiram para a nuca dele, enro
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