Yanek tomou minha boca em um beijo intenso novamente, quente, dominador. As mãos deslizaram pela minha pele, segurando minha nuca, descendo pelas minhas costas. Meu corpo reagiu no mesmo instante, o desejo tomando conta de mim. Eu queria aquilo. Queria tanto que doía. Então decidi, por um instante, esquecer. Esquecer a outra mulher, esquecer os dias que ele passou longe, esquecer a raiva. Só sentir. O calor das mãos dele. O gosto da boca dele. Yanek me puxou ainda mais contra si e nossos corpos se encontraram, pele contra pele, desejo contra desejo. Ele me tocava, me explorava como se tivesse sentido minha falta tanto quanto eu senti a dele. Mas, em alguns momentos, ele olhava para a outra mulher. E isso me machucava. Tentei ignorar. Tentei me perder nas sensações, no prazer que ele me fazia sentir, na maneira como meu corpo reagia ao toque dele. Mas algo dentro de mim gritava. Não era o suficiente. Eu não queria ser só isso. Ainda assim, naquela noite, naquele momento, e
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