Contrato limitado

Contrato limitadoPT

Joelma Dejesus  concluído
goodnovel18goodnovel
9.6
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80Capítulos
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Resumo
Índice

Liz é mãe da pequena Alice com três anos, antes de ser mãe era dançarina. Agora não mais, longe dos palcos e da vida dos sonhos que sempre sonhou a bailarina passa por dificuldades, sendo uma mãe solteira contando apenas com a ajuda da sua tia, faz o que pode para sobreviver, o que ela não imaginava que ao ser contratada como recepcionista na Luxos Center, junto ao emprego viria um contrato limitado com o seu chefe...

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80 chapters
Capitulo I- Liz Albuquerque
— Filha a febre não passa por nada... — Olhei para a minha tia Cassanda apenas assenti com a mão no queixo. Mais uma vez olhei para Alice na cama dormindo. — Eu não sei mais o que fazer tia, esse remédio não faz efeito.Lamentou me olhando, levantei após tanto tempo sentada, a noite passou diante dos meus olhos. Senti a sua mão acaricia meu ombro, lhe olhei atrás de mim tentando me tranquilizar. — Eu não sei mais o que fazer tia, estou com medo, esse doutor não me diz o que ela realmente tem, não posso continuar assim. — Concordou me olhando. — Não posso te ajudar com dinheiro Liz, você sabe que se não fosse por você eu estaria na rua. — Segurei sua mão, acariciei, apesar de morar comigo  se não fosse por minha tia, eu não teria nem mesmo como ir trabalhar. — Eu sei tia, não es
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Capitulo II- Lucas Tyler
— Não posso aceitar isso Olga! — Gritei com a minha namorada em alto e bom tom de voz, que apenas permaneceu sentada. — Tem alguma sugestão melhor Lucas seu pai me odeia, acusa de ter roubado informações da empresa através de você, não me resta opção. — Suspirei indo de um lado para o outro, neguei diversas vezes. — E casar com esse homem é a saída? — Continuou girando o anel em seu dedo, o maldito anel de noivada em seu dedo, por fim afirmou. — É apenas um casamento arranjando Lucas, não sei porque se ofende tanto, casada poderei ir e vi até você a hora que quiser, acabarão todas as reixas entre nossas famílias.  — Me aproximei agachando a sua frente, olhei em seus olhos azuis, os cabelos longos brilhando ruivos soltos, o batom vermelho nos lábios. — Outro irá te tocar, beijar, amar
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Capitulo III- Liz Albuquerque
Fiquei também de pé, já que Amanda que trabalha na empresa a mais tempo ficou, também fiquei. — A ex dele que eu acabei de falar. —  Escutei dizer entre dentes, permaneci de pé como se estivesse na escola durante o hino e artiamento da bandeira. —  Bom dia Senhorita Swton. — Bom dia senhorita Swton. —  Falei em seguida, com um sorriso também no rosto, a mulher olhou de mim para Amanda e dela para mim, seus olhos percorreu meu corpo, e rosto por inteiro, até que ergueu os óculos me olhou com certo desprezo nos olhos. —  Avise ao senhor Tyler que já cheguei, não irei subir. Amanda agarrou o telefone as pressas, pelo nervosismos, alguma bomba seria solta e explodida em alguns instantes. —  Novata? —  Afirmei lhe olhando também trêmula. —  Deseja sentar, água ou um café senhorit
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Capitulo IV- Lucas Tyler
—  Lucas depois deste esclarecimento que vamos fazer ao público, não haverá mais fofocas, mais burburinhos a nosso respeito meu amor. —  Passei a mão em minha nuca, suspirei, dando de ombros. —  Qual será este aviso? —  Questionei Olga a minha frente, mas abriu a boca em choque olhando para a recepção. —  Meu pai, meu pai ele veio Lucas. —  olhei para a recepção, a secretaria ainda aguardava a sua pergunta.Quando nos viu, veio em nossa direção. —  Então Olga? Prontos para a declaração? — Perguntou me ignorando.  —  Sim papai, o Lucas concordou... —Olga disse em seguida, ele não irá me cumprimentar pelo menos? Seu olhar reprovando o sorriso de Olga, que se encolheu a meu lado, olhei para o homem que chamei de tio minha adolescencia inteira a minha frente. —
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Capitulo V- Liz Albuquerque
— Liz vou tirar meu horário de almoço, quando eu voltar você vai esta certo? — Assenti ao telefone, vendo Amanda pegar sua bolsa saindo em seguida. — Não senhor no momento não posso transferir sua ligação, se importar se pedir para ligar mais tarde? — Tentei ser o mais calma que poderia.— Não é com uma vozinha doce e com muita educação que você vai conseguir me segurar nesta empresa garota. — O homem gritou ao telefone, antes de bater em minha cara, desligou eu fiz o mesmo, olhei em volta, as pessoas daqui são sempre assim? Arrogantes? Brutas sem educação? Outros telefonemas vieram, até que Amanda chegou do almoço, duas horas depois, me sinto faminta, mas o dinheiro reservador na bolsa, é a conta da passagem da semana inteira. Não tenho como contar com a sorte, esperar que o dinheiro caia do c&eacu
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Capitulo VI- Lucas Tyler
— Amor me escuta por favor... — Pedi a Olga nervosa ao telefone. — Você me enganou Lucas, como pode recorrer a algo tão baixo, usar o seu pai para fugir da entrevista. — Suspirei ouvindo seu desabafo. — Se ao menos me deixasse falar não gastaria tanto a sua energia em vão.Parou quando disse mais alto. — Meu pai esta no hospital, pediu para que ninguém soubesse achei melhor para evitar tumulto, eu fui a sua casa, mas seu pai não deixou te explicar o que houve. Meu celular descarregou no meio do caminho, a recepcionista que fez aquela palhaçada toda já demitir, a quero longe da empresa, esta mais calma agora? — Demorou a responder. — Olga esta aí? — Estou, só estava pensando Lucas. Papai decidiu adiantar o meu casamento, o que era em um mês será em duas semanas. a sua atitude covarde só fez com que ele se aborrecesse mais,
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Capitulo VII- Liz Albuquerque
— Senhora Ivone para onde a senhora esta me levando? — Questionei a minha ex-chefe ao entrar em seu carro, sorriu maliciosamente a meu lado. — Não se preocupe, não irei lhe matar se é o que pensa, tenho um amigo que esta no hospital, é um homem de sessenta e dois anos, você irá conhece-lo, acabou de dizer que procura um emprego? Assenti a seu lado, sim, eu preciso de um emprego. — Ele irá lhe tratar mal no inicio, as outras foram embora porque não tem paciência, mas você... — Seus olhos varreram meu corpo de cima a baixo. — Parece meio lesa para entender as frases de duplo sentido que ele dirá para ofende-la. — Sorri sentada, até me lembrar. — Senhora Ivone pare, pare, minha filha e minha tia estão aqui nesta sorveteria. Gritei para a mulher que freou o carro assustada, colocou a mão no coração. —
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Capitulo VIII- Liz Albuquerque
— Mas? Qual é o mais doutora? — perguntei sentada na poltrona chique da sua sala, o meu corpo tenso, não me senti em mim no momento, se houvesse uma descrição como é estar fora do corpo, longe do chão, eu me sentindo assim. — Exames de sangue frequentemente, remédios, tratamentos, a senhorita é mãe solteira, tem alguém que possa lhe ajudar? — Neguei lhe olhando. — De quanto eu preciso mais ou menos no mês para que ela comecesse esse tratamento doutora? — Bateu a caneta na mesa me olhando. — A senhorita esta acompanhando alguém aqui no hospital? — Afirmei.— Mandarei lhe entregar as minhas orientações com valores e medicações amanhã. — Pegou um papel em sua gaveta anotando algo. — Este é o meu número, me ligue em caso de urgência. — Sorri ao pegar. — O
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Capitulo IX- Lucas Tyler
Olhei para a ficha sobre a mesa duas vezes ou mais, continuei fazendo o meu trabalho. Sem foto, achei ela fez o melhor ao pedir antes de ir embora, ninguém é obrigado a ficar vendo algo tão feio. Apenas os dados da mulher que se chama Linzandra Albuquerque Góes, vinte anos, parda, joguei a folha de lado ao ver seus dados.Disquei o número de telefone no celular, chamou algumas vezes, sem resposta desistir, eu jamais terei condição de dividir parte do meu tempo com esta mulher. Ao imaginar sinto nojo, mentir, enganar, como sou capaz de tanto, mas sorri ao ver que é por uma boa causa. — Senhora Ivone? Chamei a minha secretária que veio depressa. — Como esta o meu pai? — Me olhou com um sorriso largo na boca, ao ver que perguntei por ele, não há motivos para que não me receba, pelo seu sorriso percebi que esta bem melhor. — Ótimo, pela manhã fez
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Capitulo X- Liz Albuquerque
— Liz quem o bonitão que veio hoje atrás de tu garota? — Mal desci do ônibus Mila a vizinha gritou para mim, me seguiu parte do trajeto. — Quem? — Perguntei de volta. — Ah com certeza alguém que tu deve. Coloquei a mão na cabeça, minha tia pagou a conta de luz e de água, eu lhe dei o dinheiro ontem, com Alice doente a gente não pode ficar sem um ou o outro.  Aumentei os passos para casa, se tiver cortado hoje não religa mais, ainda assim corri com pressa, mas mal cheguei encontrei o senhor Lucas de costas para mim olhando em volta com um papel na mão. — Senhor Tyler? — Disse com medo. Virou-se para me olhar, a blusa de mangas meio amassada em seu corpo, os botões abertos, a calça agarrada ao corpo. — Você? Você não é a mulher que esta cuidando do meu pai? — Assenti segurando a minha.
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