JULIAN, SEMPRE FUI SUA

JULIAN, SEMPRE FUI SUAPT

I'm Emili  Em andamento
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Índice

"Você é minha. Cada parte de você é minha. O seu corpo, seu sorriso, os seus beijos, seu amor e sua alma. Eu sou o seu dono, mesmo não estando presente agora, você será minha para sempre. Eu irei te buscar minha mocinha, suplico que espere por mim." -Com todo o meu amor, Julian. "Mesmo sem estar ao meu lado, você ocupa meus pensamentos, meus dias, minhas semanas, minha vida. É como se cada 'Eu Te Amo' fosse pouco perto do que eu sentia. Desde o dia em que eu te conheci, os dias cinzas e chuvosos passaram a ser os meu preferidos. Sempre fui sua..." -Sua, Eloíse.

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49 chapters
1
Aquele era um dos meus dias prediletos, considerando a chuva forte e o frio, sempre foi o meu clima favorito. Eu amava sentir o vento soprar forte contra o meu rosto levando meus cabelos a balançarem. Eu gostava da idéia de estremecer de frio. Desde que eu completei meus quinze anos, eu notei em mim mesma o desejo e interesse por coisas que muitos julgavam ruins. Como dias chuvosos e frios, filmes de terror e desenhar paisagens destruídas ao invés de coisas belas.Mas quando a minha vida mudou completamente, eu estava com dezoito anos. Morava com a minha avó desde sempre, nunca me senti rejeitada ou inferior a ninguém. Algumas pessoas até me julgavam antisocial, por ter apenas dois amigos, Olívia e João. Mas eu não me importava, aqueles dois valiam mais do que toda a escola e vizinhança.Naquele dia eu acordei com dor de cabeça por ter tido um sonho estranho; minha mãe e meu pai
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2
Fascinada com aquele homem, não percebi que eu devia ter ficado olhando para ele mais do que deveria, minhas bochechas pareciam o inferno de tão quente. Só consegui voltar da minha viagem de pensamentos impuros que me deixaram muito envergonhada, quando o homem estalou os dedos na minha frente."Algum problema?" Perguntou ele suprimindo um sorriso descaradamente. Fiquei brava."Sim. Olha o que você fez comigo!" Respondi apontando para o meu corpo todo sujo e molhado. Ele me estudou de cima a baixo por um segundo. Por um breve momento pensei ter visto um olhar malicioso em seu rosto. Mas ignorei, certamente era coisa da minha cabeça."Ah, então era você a mocinha boca suja?" Perguntou ele com olhar divertido."Eu não quis ter xingado." Disse me sentindo mal de verdade por ter xingado a mãe dele.  "Mas fiquei muito brava, olha o que você fez. Tinha uma rua enorme para você pa
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3
Totalmente concentrada no caminho que o carro fazia na estrada, eu estava. Eu não consegui me atrever a dizer uma palavra se quer. O medo de dizer algo embaraçoso ou idiota, que era algo muito típico de mim, era maior do que minha vontade de fazer perguntas. A mistura de ansiedade e um medo estranho por estar dentro daquele carro, me incomodava e eu me mexia constantemente. Até que de tanto morder meu lábio inferior sangrou."Aí! Droga." Exclamei baixinho colocando um dedo na ferida e olhando o rastro pequeno de sangue."O que foi?" Ele perguntou-me me olhando rapidamente e voltando o olhar para a estrada. Ele só poderia ter ouvidos de um vampiro para ouvir sussurros."Nada. Só eu mordendo a minha boca até sangrar." Respondi como se não fosse nada e dei de ombros."Por que você faz isso? Gosta de machucar a si própria?" Com sua voz grave e sedosa ele me perguntou virando nu
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4
Quando entrei em casa, fechei a porta atrás de mim e encostei na mesma com a respiração ofegante. Julian havia me deixado muito intrigada e curiosa sobre ele. Quem era ele? Porque eu ficara tão estranha perto dele, de uma forma que eu nunca me sentira antes na vida. Eu me sentia uma tola pelo que aconteceu no carro, eu fui vulnerável e se ele fosse um homem mau, teria se aproveitado de mim com facilidade.Minha mente estava confusa, eu estava a ponto de chorar. Será que era normal eu me sentir atraída por um homem estranho e praticamente permitir que ele me tocasse sem protestar? Mas eu sentia no fundo do meu ser, algo me dizia que ele não era qualquer um, senti assim que coloquei meus olhos nele. O homem era um deus grego da beleza. Só que era além da beleza, eu senti algo diferente com seu toque e proximidade. Sua voz grave e bonita, sua presença confiante e elegante.Decidi deixar pra l&aac
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5
"Alô" Sussurrei subindo as escadas correndo."Olá, Eloíse." A voz sombria e estranhamente sensual, um arrepio percorreu todo o meu ser e eu estremeci.Era ele.Julian.Eu não soube como reagir aquilo, será que eu ainda dormia e sonhava que Julian estava me ligando? E como ele tinha o número da minha avó... Mas é claro, eu havia esquecido meu celular no carro dele."Hhn... Julian?" Ele não estava ali pessoalmente, mas senti meu corpo e minhas bochechas esquentarem."Muito bem, já reconhece minha voz." respondeu ele."O que você quer? Quer dizer, porque está me ligando? E como conseguiu o número da minha avó?" Perguntei com cuidado para não parecer ignorante com minhas perguntas. Tentei fingir que não sabia que meu celular havia ficado dentro do carro dele."Seu telefone ficou no meu carro. Me
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6
O que eu iria fazer com aquele homem todo machucado dentro do meu quarto? Minha vó com certeza estava dormindo feito pedra após o remédio que ela tomou, e mesmo que não tivesse eu não teria coragem de ir até ela falar que Julian estava dentro do meu quarto no meio da madrugada. Eu precisava saber o que havia acontecido com ele."Eu vou buscar um pano e uma vasilha com água. Espera aqui." Falei baixinho e sai do quarto. Desci até a cozinha e peguei um pano limpo e um balde pequeno com água.Coloquei o pano dentro do balde e levei também um copo de água filtrada pra ele beber. Minhas mãos estavam trêmulas. Subi de volta para o quarto, não sem antes dar uma olhada na vovó. Ela ainda estava na mesma posição e parecia que não iria acordar tão cedo. Quando entrei no meu quarto, coloquei o copo com água encima da minha cômoda e o bal
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7
No dia seguinte eu acordei um pouco assustada, me sentei na cama rapidamente com um possível pesadelo, mas eu não me lembrava de nada, a única coisa que eu me lembrava era de ter dormido e não sonhado com nada, também de Julian ter vindo ao meu quarto de madrugada.Olhei para o lado e ele estava lá, ainda dormindo. Senti uma sensação de alívio ao saber que não havia sido frutos da minha imaginação, ele realmente estava ali. Corri para olhar no celular que horas eram, cinco da manhã, daqui a pouco eu teria que me arrumar para ir a escola e minha avó iria acordar, Julian tinha que ir. Com o coração apertado balancei ele de leve, na mesma hora ele abriu os olhos, parecia um pouco assustado."Shh... Sou eu..." Sussurrei pra ele."Já é de manhã?" Perguntou ele baixinho passando as mãos no rosto."Sim, cinco da manhã
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8
"Vamos abóbora, não fique com o focinho virado pra mim para sempre vai." João disse tentando me fazer cócegas."Você é um falso João Pedro. Eu sei que você está todo alegrinho por seu nome ter saído junto com o nome da Antonella!" Exclamei tirando as mãos dele de mim."Eu não tive culpa, meu nome saiu pra fazer o trabalho com ela, e você que vai fazer o trabalho com o novato? Você acha que não vi você olhando pra ele e ele te comendo com os olhos não é? A reação dele ao saber que seria seu companheiro de trabalho foi nítida que ele já ficou afim de você." Disse ele enquanto caminhavamos para o carro dele."Obrigatoriamente irei fazer o trabalho com o tal do Harry, mas você sabe que eu não gosto. Só consigo me sair bem nos trabalhos quando faço com você ou com a Liv. Você
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9
Olhei para os lados vendo se tinha algum vizinho bisbilhotando como a senhora do lado, por sorte ela não estava do lado de fora, mas com certeza estava nos vendo, precisava acalmar aquela situação estranha e constrangedora."Acho melhor entrarmos." Disse apenas e dei sinal para ele entrar. Pisando duro ele entrou em casa.No momento em que fechei a porta, Julian subitamente me prendeu contra a porta atrás de mim, ficando a pouquíssimos sentimentos do meu rosto, mesmo que para isso ele tivesse que abaixar a cabeça um pouco. Me estudando e me queimando com aquele olhar azul penetrante, me senti levemente tonta ao sentir seu hálito quente e agradável contra o meu rosto."Eu não estou brincando! Quem era ele?" Grunhiu com o maxilar enrijecido, eu só conseguia me concentrar no calor que eu estava sentindo, com o olhar preso em seus lábios eu tentei falar."E-ele se chama Harry Barrier
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10
Após fechar aquela porta, eu andei bem devagar em direção a escada que levava ao andar de cima onde se encontrava o meu quarto. Olhei para o canto da sala onde eu e Julian havíamos nos beijado a pouco. Senti-me quente na mesma hora, lembrei-me dele tocando o meu corpo, a forma como ele tocou, a forma como levou meus lábios num beijo delicioso. Senti uma umidade se acumular no meio das minhas pernas, um vento frio entrou pela janela e eu senti um arrepio como se ele estivesse respirando em mim.Subi para o meu quarto e tentei esquecer aquele pequeno momento. Deitei em minha cama e fiquei quieta não querendo pensar em nada. Minutos depois acabei pegando no sono. Quando acordei mais tarde, ouvi uma conversa lá embaixo, eu conhecia bem aquela voz. Olívia. Me levantei rápido e desci as escadas correndo, quando cheguei lá ela me olhou e abriu um enorme sorriso, nos abraçamos como se estivéssemos a u
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